Psicologia sempre foi um assunto bastante presente na minha vida. Além da fascinação pela mente humana sempre fui incentivada por alguém que estuda e exerce a profissão. Depois de vários acontecimentos nesse mês que me fizeram pensar muito nisso, comecei a pensar no que escrever, não foi difícil e muito menos fácil falar sobre isso. Talvez Freud possa explicar isso. Pensamos em mil coisas e muitas vezes não compreendemos nenhuma delas, nos expressamos de maneira aparentemente surpreendente, que era na verdade aquela esperada. Seres complicados. O que levaria alguém a matar milhares de pessoas em busca de uma suposta raça perfeita?! O que leva alguém a pintar a si mesmo( e algumas coisinhas a mais) em todos os seus quadros?! Se alguém souber a explicação, me avise, por favor! Todos temos as mesmas dúvidas sobre nós mesmos, mas somente alguns tem o empenho, a coragem e a capacidade de buscar as tão almejadas respostas.
Então declaro minha admiração a todos esses profissionais que se empenham em entender e, principalmente, ajudar a todos. Quem aqui que não precisa de terapia que atire a primeira pedra!
A minha irmã, Lígia, a todos os loucos psicólogos e psicólogos loucos do mundo todo. ;)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Ano novo, banda nova!
Semana entre o natal e o ano novo, férias, casa da avó, o maior tédio. Como em todas as vezes que quero ocupar minha mente, comecei a procurar bandas novas (para mim!) e conhecer o trabalho delas. Minha última descoberta foi a banda brasileira Garotas Suecas, com um som no maior estilo Vivendo do Ócio, a banda tem músicas contagiantes. Aprovado!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Nostre vacanze
Aah, as férias! Iniciadas há mais ou menos 4 horas, nunca me causaram tanta alegria ou prazer, mesmo depois de um ano nada comum ou fácil, entro de férias na maior tranquilidade. E o mais importante é chegar aqui com a sensação de dever cumprido. Conheci pessoas importantes, me aproximei de algumas maravilhosas, percebi o quanto tinha me enganado em relação a outras. Descobri, me apaixonei, briguei, chorei, me decepcionei, me desapaixonei, namorei, ri muito e escrevi. Nossa, como escrevi. Mas o que realmente importa é que quando tudo acabou eu estava um poço de sussego. Incrível, esse foi um fato inédito para mim. Resumindo vivi com uma intensidade desconhecida e muito excitante e agora é só curtir. Por isso aproveitar esse verão da melhor forma possível é o meu único objetivo, então pretendo esquecer minha paixão por casos complicados e me dedicar ao nada. Sempre odiei o Dadaímos, mas ele nunca fez tanto sentido em minha vida. Assim, passar as férias acompanhada de um homem muito bonito e que tenha certeza de que Muphy é, na verdade uma velhinha muito desastrada pode ser uma boa idéia.
Viva adesso volentieri! ;)
Viva adesso volentieri! ;)
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Minha Laila
Algumas vezes, quando paramos por um segundo e pensamos no que realmente nos agrada, ficamos assustados por acreditar que não amamos nada, que não nos dedicamos a nada. Mas não percebemos que quando olhamos para nós, procuramos amores de cinema, daqueles que fazem com que nossa respiração seja quase impossível e nosso coração aperte tanto que aparenta estar a ponto de explodir, quando, na verdade, o amor que importa é aquele mais simples. Sem rótulos e idealizações.
Eis um ser que eu amo sem esforço algum e que me faz feliz apenas por existir.
Não precisamos de cores nem de um paisagem deslumbrante aos olhos para nos amarmos na intensidade que podemos.
domingo, 28 de novembro de 2010
Let it be
Novos hábitos, algumas vezes parecem desnecessários, em alguns momentos realmente o são, mas a rejeição a eles, em sua maioria são amostras de comodismo. Alguém aqui quer se arriscar a jogar o que é garantido apenas por arriscar? Bem, honestamente não desejo isso, mas mudar é algo tão incerto que pode se tornar a coisa mais atraente de mundo.É mesmo uma pena termos que chegar ao fundo do poço para perceber que não somos mais os mesmo e que insistir no velho é sinal de estupidez. Sem moral alguma, sem valor. O pior sentimento que alguém pode ter é vergonha ao olhar-se no espelho, mesmo sem ter cometido um erro qualquer, mas pelo simples fato de olhar para si mesmo e não enxergar a pessoa que deveria estar ali. Desapontar alguém é mais terrível do que sentir-se desapontado, mas quando falhamos com nós mesmos não temos a pior sensação de todas, não sentimos nada. Abre-se no peito um imenso vazio. E, como se todos os órgãos vitais tivessem sido arrancados da maneira mais cruel possível, respiramos com dificuldade, não sentimos nosso próprio coração bater no lugar devido. Não sentimos. E posso garantir, por várias auto-sabotagens, não sentir nada é mil vezes pior do que sentir a dor mais terrível de todas, pois só sentindo é que temos a certeza de que estamos vivos. Vivos dentro de nós mesmos. Mas como diz a música que dá o título desse post: deixa estar, deixa estar, haverá uma resposta, deixa estar. Talvez a única solução seja deixar o novo entrar e não se prender ao conforto do conhecido.
E como apenas aprendendo com o passado é que nos tornamos fortes o suficiente para aguentar o novo...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Sorte minha!
Nunca acreditei em predestinação e sempre defendi a idéia de que a nossa sorte depende apenas de nossas escolhas. Acredito que sorte é, na verdade, o resultado de seguir caminhos inteligentes. Mas como tudo aquilo que parece certo demais, minha fé é constantemente testada. Após passar duas vezes por debaixo de uma escada nessa semana, tudo que não dava certo me fazia lembrar desse fato. Bobagem, só podia ser isso, eu nunca acreditei nessas coisas. E então tudo muda e meu desespero se mostra estupidez. Tudo era questão de me manter calma e olha com mais cuidado os meus próprios erros. Quando respirei fundo e fiz isso, percebi que me deixei levar pela afobação e, como tudo estava dando errado, eu buscava explicações nada lógicas. Então, que me desculpem os adeptos ao misticismo, mas a razão se fez presente novamente, assim digo mais uma vez, sorte e acaso podem existir sim, mas o nosso destino não está escrito em lugar algum!
E para não dizerem que sou cética, essa é a minha música do dia. (yn)
http://www.youtube.com/watch?v=nIjVuRTm-dc
E para não dizerem que sou cética, essa é a minha música do dia. (yn)
http://www.youtube.com/watch?v=nIjVuRTm-dc
sábado, 13 de novembro de 2010
Alex, em qualquer idade me faz suspirar
Acabou-se a fase azul e se inicia a fase rosa, posso assim dizer se é que sou digna de me comparar a um artista como aquele. Mas o que importa é que não há mais melancolia, não em forma exagerada e quase totalitária. E que fique claro, só não mudarei a fachada do blog, pois essas galinhas azuis me deixam loucas!
Uma fase nova nos traz perspectivas diferentes. Meu ódio por crianças- veja bem, não as odiava de fato, mas mantinha uma distância "segura" delas- sumiu. Não completamente, ainda tenho um certo receio em relação a elas, confesso. Mas vejo como crianças são completamente simples e incompreensíveis ao mesmo tempo, uma complexidade digna de Freud, eu diria.
Como eu pretendo ter filhos um dia e percebo como meus pais se desdobram sem parar para dar conta de mim, começo agora a tentar entender, o máximo possível, essas criaturinhas que me apavoram- ou apavoravam- mais do que tudo. E nada mais justo do que compartilhar o motivo da minha mudança de idéia e, admito, ao ver essa foto soltei aquele famoso "ooown".
Uma fase nova nos traz perspectivas diferentes. Meu ódio por crianças- veja bem, não as odiava de fato, mas mantinha uma distância "segura" delas- sumiu. Não completamente, ainda tenho um certo receio em relação a elas, confesso. Mas vejo como crianças são completamente simples e incompreensíveis ao mesmo tempo, uma complexidade digna de Freud, eu diria.
Como eu pretendo ter filhos um dia e percebo como meus pais se desdobram sem parar para dar conta de mim, começo agora a tentar entender, o máximo possível, essas criaturinhas que me apavoram- ou apavoravam- mais do que tudo. E nada mais justo do que compartilhar o motivo da minha mudança de idéia e, admito, ao ver essa foto soltei aquele famoso "ooown".
Y viva la evolución!
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